O Portador de Deficiência e o Mercado de Trabalho
 
   Desde os primórdios o homem busca através do trabalho condições de sobrevivência, realização pessoal e satisfação das necessidades básicas e complementares. Na infância brincamos imitando profissões e, assim crescemos ensaiando uma futura atividade laboral, buscando através dela nossa realização, sustento e exercício da cidadania. “Todo cidadão” deve, através do seu trabalho, prover suas necessidades. Os portadores de deficiências têm condições para o trabalho, desde que tenham a oportunidade de qualificação de suas habilidades. São oferecidas atividades que, através da prática e experiência, proporcionem vivências e situações de construção de cidadania com iniciativas e capacidades laborais pertinentes, respeitando suas limitações.    O governo federal editou o Decreto nº 3.298 (20/10/89) que regulamenta a Lei nº 7.853 (24/10/89) e estabelece uma política para a integração dos portadores de deficiência na sociedade e no trabalho. Como diz a Declaração de Salamanca: “Os jovens com necessidades educacionais especiais devem receber ajuda para fazer uma eficaz transição da escola para a vida adulta produtiva.    As escolas devem ajudá-los a se tornar economicamente ativos e prover-lhes as habilidades necessárias no dia-a-dia, oferecendo treinamento em habilidades que respondam às demandas sociais e de comunicação e às expectativas da vida adulta” , exercendo seus direitos e deveres como todo e qualquer cidadão.
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E é neste espírito que a PARAEMPREGO mantém seu Site.
                                                       (trecho extraido de Maristela M. B. Trevisan)